Como ocorreu o milagre econômico de Hong Kong – da pobreza à prosperidade

Hong Kong, dias atuais

Com milhões de refugiados chineses, sofrendo com um embargo comercial e com sua infraestrutura estrangulada, a Hong Kong do início da década de 1950 parecia confirmar os prognósticos pessimistas feitos no século XIX.

No entanto, esta enxurrada de refugiados era composta por milhões de indivíduos que, embora completamente pobres, fugiram para Hong Kong em busca de liberdade.  E embora Hong Kong não possuísse a infraestrutura adequada para recebê-los, ela fornecia ampla liberdade para qualquer indivíduo que quisesse colocar seus talentos empreendedoriais em ação.

Não havia na ilha as mesmas restrições cambiais vigentes no Reino Unido e em grande parte da Europa — o que significava que o dólar de Hong Kong, que era ancorado à libra esterlina, era livremente conversível em outras moedas —, e a quantidade de regulamentações sobre a economia era desprezível.

A combinação entre mão-de-obra à procura de trabalho e empreendedores com conhecimento e algum capital oriundos de Xangai — até então a grande cidade capitalista chinesa — forneceu a matéria-prima para o crescimento industrial iniciado na década de 1950.  A economia começou a prosperar. Continuar lendo

Os 10 países mais felizes do mundo

Estudo do instituto Legatum mediu a felicidade dos habitantes de 110 países e concluiu que os noruegueses são os mais felizes do mundo

Dá para calcular o quanto um país é feliz?

São Paulo – Índices econômicos geralmente são difíceis de entender à primeira vista, mesmo quando medem algo mais objetivo, como uma variação de preços. Por isso, chama a atenção quando uma consultoria resolve calcular o grau de felicidade de um país. Um estudo feito pelo instituto internacional Legatum afirma, com base em uma lista considerável de critérios, que a Noruega é o país mais feliz do mundo. Continuar lendo