Gravidez na adolescência

Maternidade precoce pode chegar a 3 milhões até 2030, se a tendência de crescimento desse cenário for mantida, conforme aponta estudo do Fundo de População das Nações Unidas

Todos os dias, nos países em desenvolvimento, 20 mil meninas com menos de 18 anos dão à luz, e 200 morrem em decorrência de complicações da gravidez ou do parto. Em todo o mundo, 7,3 milhões de adolescentes tornam-se mães a cada ano, das quais 2 milhões são menores de 15 anos – número que pode aumentar para 3 milhões até 2030, se a tendência atual for mantida.

A gravidez indesejada na adolescência traz consequências para a saúde, a educação, o emprego e os direitos de milhões de meninas em todo o mundo e pode se tornar um obstáculo ao desenvolvimento de seu pleno potencial.

As implicações da gravidez na adolescência e o que pode ser feito para garantir uma transição saudável e segura para a vida adulta são algumas das questões abordadas pelo relatório “Situação da População Mundial 2013”, do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), que, em 2013, trouxe como título “Maternidade precoce: enfrentando o desafio da gravidez na adolescência”. Continuar lendo

Cuba é o melhor país da América Latina para ser mãe, diz estudo

No topo da lista, elaborada entre 176 países, está a Finlândia, enquanto a República Democrática do Congo está em último

Cuba é o melhor país da América Latina para a maternidade e o 33º do mundo, segundo um índice da organização britânica Save the Children. No topo está a Finlândia e a República Democrática do Congo em último. Os Estados Unidos estão em 30º lugar e o Brasil em 78º.

Cubanas comemoram 1º de maio em Havana. País caribenho está à frente de Argentina, Costa Rica e México em índice sobre maternidade

A ONG, cuja sede fica em Londres, leva em conta fatores como bem-estar, saúde, educação e situação econômica das mães, assim como a taxa de mortalidade infantil e materna, para definir a tabela.

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