Ruanda aposta em tecnologia para superar passado e transformar o país

Lerato Mbele

Projeto Um Laptop por Criança levou computadores a 400 escolas de Ruanda

Olive Uwineza, de 12 anos, sonha em se tornar presidente quando crescer. Ela estuda em uma sala de aula com outros 30 alunos, em uma escola primária de alta tecnologia e Kigali, Ruanda.

Cada estudante tem um laptop, que usa animações para tornar as aulas mais divertidas.

As matérias favoritas de Olive são matemática e ciências, e ela acha que seria “muito difícil fazer as lições” sem o computador.

Cinco anos atrás, o projeto Um Laptop por Criança (OLPC, na sigla em inglês) foi lançado na escola de Olive, com apoio do governo e de ONGs. Desde então, 200 mil computadores portáteis foram distribuídos em mais de 400 escolas do pequeno país do leste africano.

A infraestrutura da escola de Olive também melhorou – foi modernizada com conexão wi-fi e softwares adaptados ao currículo escolar.

O projeto é um dos pilares da iniciativa Visão de Ruanda para 2020, que tem a ambiciosa meta de transformar o país em um de economia baseada em tecnologia, semelhante ao papel desempenhado por Cingapura no leste asiático. Continuar lendo

Alheio a riscos, Brasil quer retomar extração de terras-raras

Extração, porém, implica riscos econômicos e ambientais. Esses metais estão associados à indústria de alta tecnologia

País abandonou exploração dos metais de terras-raras na década de 90, mas, com o salto no preço da matéria-prima, quer brigar com a China por uma fatia do mercado

O Brasil quer entrar num mercado arriscado. Depois de abandonar a produção dos metais de terras-raras em meados da década de 90, o governo viu os preços dispararem no mercado mundial e voltou a investir no setor.

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