Floresta Amazônica

A Floresta Amazônica é um enorme e complexo bioma que se estende por toda a Região Norte do país e em partes das regiões Nordeste e Centro-Oeste, além de oito outros países.

O clima é quente e úmido durante todo o ano, não ocorrendo sazonalidade. A vegetação é extremamente diversificada:

– Matas alagadas: são área de floresta inundadas pelo pelos rios da bacia Amazônica. Subdividem-se em dois tipos: as chamadas várzeas(com solo mais rico, maior biodiversidade, áreas ora alagadas, ora não, com vegetação herbácea no solo) e as florestas de igapó (com solo mais pobre, menor biodiversidade, em geral alagadas permanentemente, sem vegetação herbácea no solo);
– Florestas de terra firme: a típica floresta amazônica, úmida, com vegetação alta e densa, de grande biodiversidade;

Ainda encontramos regiões de floresta semidecídua, de cerrado, campos rupestres (bioma típico de altas atitudes, em geral acima de 900 metros de altura, que ocorre em algumas regiões do Brasil), o cipoal (vegetação com muito cipós associda à locais com jazidas de ferro e alumínio) e o babaçual (local com predominância de palmeiras, que serve de transição entre a Floresta Amazônica e a Caatinga), entre outros.
A biodiversidade é enorme, tanto da flora quanto da fauna. A região apresenta grandes áreas de endemismo, e muitas espécies ainda não foram sequer descritas pelo homem. O potencial para descobertas científicas é vasto. É difícil mensurar a importância e o tamanho da biodiversidade amazônica.
O que é facilmente mensurável é o tamanho da devastação. Até o ano de 2003, estima-se que cerca de 16% da área total da Floresta Amazônica no Brasil já havia sido devastada. Em média, uma área do tamanho da Bélgica é derrubada todo ano.
O número de unidades de conservação na Amazônia é alto, assim como o de projetos conservacionistas executados por ONGs. O problema na região é a falta de fiscalização, seja pelo baixo número de fiscais, seja pelo grande número de locais de difícil acesso. É necessário um maior investimento na fiscalização para que os esforços de preservação comecem a surtir efeitos, e para que o ritmo de devastação comece a diminuir.

Fonte: http://eco.ib.usp.br/lepac/conservacao/ensino/biomas_texto.htm#amazonia

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